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quinta-feira, 22 de março de 2012

Terminando as Leis de Gaiman… O Fim de uma Boa história.

Se você segue o modo de história não linear, talvez nem precise lhe passar pela cabeça que terá que encerrar sua Campanha um dia. Isso é bastante comum, uma vez que cada nova história é apenas uma nova história, você não terá que chegar ao final de tudo e definir quem matou quem. Você apenas pode decidir que os personagens já chegaram num nível de poder necessário que não possui mais histórias para contar e decide que “já Chega” é hora de encerrar.
Pelo simples fato de as Histórias Mistas e as Lineares não manifestarem tal facilidade, essas histórias necessitam de um pouco mais de atenção para seu encerramento.
Não estou defendendo nenhum dos modos de contar histórias, apesar de achar o modo misto mais atraente. Isso deve vir de cada um, cada mestre.
Mas, se você usa o método Misto e o Linear, bem sabe que chegara o dia que sua história terá um final. Assim como afirmei no começo destas séries de posts… Todas as boas histórias têm um final (triste ou alegre).

Outra Lei de Gaiman… O Fim de uma Boa história

Se você segue o modo de história não linear, talvez nem precise lhe passar pela cabeça que terá que encerrar sua Campanha um dia. Isso é bastante comum, uma vez que cada nova história é apenas uma nova história, você não terá que chegar ao final de tudo e definir quem matou quem. Você apenas pode decidir que os personagens já chegaram num nível de poder necessário, que não possui mais histórias para contar e decide que “já Chega” é hora de encerrar.
Pelo simples fato de as Histórias Mistas e as Lineares não manifestarem tal facilidade, essas histórias necessitam de um pouco mais de atenção para seu encerramento.
Não estou defendendo nenhum dos modos de contar histórias, apesar de achar o modo misto mais atraente. Isso deve vir de cada um, cada mestre.
Mas, se você usa o método Misto ou o Linear, bem sabe que chegara o dia que sua história terá um final. Assim como afirmei no começo destas séries de posts… “Todas as boas histórias têm um final” (triste ou alegre).

Nada e tudo a ver com Gaiman: Os Tipos de histórias!

Bem, na ultima postagem sobre criação de histórias, vimos que, segundo Neil Gaiman, toda boa história tem começo, meio e fim. Vimos também que existem dois meios de se começar uma história.
Podemos começar do começo, contado passo a passo os desafios que estão na história do herói, e esses desafios crescem proporcionalmente… Desde bandidos goblins até feiticeiros poderosos ou de gangues de cidade até os Iluminati da Baviera.
Ou podemos começar com uma cena isolada, e depois seguir com o cotidiano de nossos personagens e amarrar a trama no meio da história.
Também, vimos como desenvolver a primeira historia iniciando a segunda. Agora, eu gostaria de apresentar duas (ou três) coisas aos amigos… Histórias Lineares e Não Lineares.

Histórias Lineares: As crianças ficam mais fortes a cada dia que passa!

Esses tipos de história se desenvolvem ao longo de várias histórias e cenas, seguindo um tipo de linha de acontecimentos não isolados, do inicio ao final da Campanha.
No exemplo da última coluna temos um simples assalto goblin que, para surpresa dos heróis, estão envolvidos com o feiticeiro do pântano local, depois disso a próximas aventuras desta campanha  seguirão essa mesma história.

Primeira Lei de Gaiman… O que tem numa BOA História?!

Segundo o Escritor inglês Neil Gaiman toda história deve possuir três coisas para ser considera BOA: Começo, Meio e Fim.
Parece obvio isso, mas não vem a ser 100% do que as mídias cinematográficas, literárias e rpgisticas nos trazem; quantas vezes você Mestre que está lendo isso (ou você escritor amador) já não deixaram uma história se encerrar sem ao menos receber o direito a um fim completo? E se essa história que você não deseja mais terminar fosse talvez a melhor história uma vez já contada? E porque, apesar de óbvio, esquecemos das três coisas fundamentais da história (começo, meio e fim)?
Muitas vezes uma ótima série ou a sua Campanha de RPG (ou quem sabe o seu Conto) poderão precisar de uma “mãozinha” para que você volte a entender o porquê de você ter começado a contar a sua história. Essa mãozinha pode ser um pequeno esforço extra por parte de você mesmo, que vem de pode chamar de seu “Eu” interior. Então, amigos e amigas lhes sirvo pontos para se analisar ao encerrar e começar uma história (e a fazê-la gerar um meio intrigante)…
OBSERVAÇÂO: Segue-se então uma série de três postagens falando sobre como desenvolver o começo, o meio e o fim de sua narrativa.
Primeiro Comece pelo Começo… Preocupe-se com o resto depois, boy!